quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Aprenda a implementar a Gestão da Inovação na sua empresa

Estratégia é fazer escolhas entre várias opções viáveis ​​para ter a melhor chance de “vencer”; a inovação é apenas um dos meios para alcançar os seus objetivos estratégicos.

No mercado atual, sem uma boa gestão da inovação, é realmente muito difícil obter sucesso a longo prazo e orientar os negócios com rapidez, a fim de garantir vantagem competitiva.

Agora, como desenvolver uma estratégia de inovação? E como fazer gestão da inovação de maneira estratégica? 

Entenda o papel do gestor de inovação e tenha dicas dos primeiros passos a serem dados na direção de uma estratégia inovadora no seu negócio!

A importância da estratégia de inovação


Apesar dos investimentos maciços de tempo e dinheiro, a inovação continua sendo uma busca frustrante em muitas empresas. As iniciativas de inovação frequentemente falham, e os inovadores bem-sucedidos têm dificuldade em sustentar seu desempenho.

Uma estratégia nada mais é do que um compromisso com um conjunto de políticas ou comportamentos coerentes e que se reforçam mutuamente, visando atingir um objetivo competitivo específico. Boas estratégias promovem o alinhamento entre diversos grupos dentro de uma organização, esclarecem objetivos e prioridades e ajudam a concentrar esforços ao seu redor. 

As empresas definem regularmente a sua estratégia geral de negócios (o seu âmbito e posicionamento) e especificam como várias funções — como marketing, operações, finanças e P&D — a apoiarão.

Sem uma estratégia, os esforços de melhoria da inovação podem facilmente se tornar um saco de boas práticas muito elogiadas: dividir a P&D em equipas autônomas descentralizadas, gerando empreendimentos empresariais internos, estabelecendo armas de capital de risco corporativas, buscando alianças externas, adotando a inovação aberta e o crowdsourcing, colaborando com os clientes e implementando prototipagem rápida, para citar apenas alguns. 

Não há nada errado com nenhuma dessas práticas em si. O problema é que a capacidade de inovação de uma organização decorre de uma boa gestão da inovação, ou seja de uma gestão sistematizada — um conjunto coerente de processos e estruturas interdependentes que determina como a empresa procura novos problemas e soluções, sintetiza ideias em um conceito de negócios e seleciona quais projetos serão financiados.


Como desenvolver uma estratégia de inovação


Também é importante ter em mente que não existe um tipo de gestão da inovação que se adapte igualmente a todas as empresas ou que funcione sob todas as circunstâncias. 

É claro que não há nada de errado em aprender com os outros, mas é um erro acreditar que o que funciona para, digamos, a Apple (inovadora favorita atualmente) funcionará para a sua organização. 

Em linhas gerais, no entanto, as empresas consideradas mais inovadoras geralmente têm algumas coisas em comum:


  • capacitam as pessoas e as mantêm responsáveis pelo seu trabalho e as suas decisões;
  • recrutam e mantém pessoas talentosas e motivadas em todos os níveis da organização;
  • têm ferramentas e estruturas para garantir que as coisas aconteçam e avancem;
  • têm uma visão clara e uma estratégia que todos entendem;
  • concentram-se na implementação de ideias, em vez de apenas falar sobre elas.

O processo de desenvolvimento de uma estratégia de inovação deve começar com uma clara compreensão e articulação de objetivos específicos relacionados a ajudar a empresa a alcançar uma vantagem competitiva sustentável. 

Isso requer ir além de generalidades muito comuns, como “precisamos inovar para crescer”, “inovamos para criar valor” ou “precisamos inovar para ficar à frente dos concorrentes”. Essas não são estratégias. Elas não dão noção dos tipos de inovação que podem importar (e dos que não importam). 

Em vez disso, uma estratégia robusta de inovação deve responder às seguintes perguntas:


  • Como a inovação criará valor para os clientes em potencial?
  • Como a empresa vai capturar uma parte do valor que suas as inovações geram?
  • Que tipos de inovações permitirão à empresa criar e capturar valor e quais os recursos cada tipo deve receber?

A escolha do tipo de inovação, aliás, é um passo bastante primordial. Não esqueça que ela pode ser:


  • de desempenho: novas ideias para um mercado conhecido e aprimoramento de ofertas existentes.
  • incremental: desenvolvimento adicional e/ou otimização de produtos, serviços ou modelos existentes;
  • radical: ideias completamente novas implementadas em produtos, serviços ou modelos de negócios;
  • sustentável: defesa da posição da empresa no mercado para que ela permaneça competitiva;
  • disruptiva: inovação que molda um novo mercado e perturba os mercados estabelecidos.

O papel do gestor de inovação


Agora vamos falar sobre um profissional indispensável no esforço de gestão da inovação: o gestor de inovação! 

Embora as organizações não usem frequentemente “gestor de inovação” como um cargo, elas geralmente criam posições específicas para supervisionar equipas de inovação. Os indivíduos nessas posições detém títulos como diretor de inovação, vice-presidente de inovação e gerente de inovação de produtos. 

As empresas também esperam que os indivíduos em toda a hierarquia gerencial e executiva demonstrem características e habilidades de um gerente de inovação para ajudá-las a crescer e a ter sucesso.

Cresce a busca por gestores de inovação à medida que o campo de pesquisa em inovação se expandiu nas últimas duas a três décadas. A pesquisa mostra que a inovação — assim como seu gerenciamento — é uma disciplina que requer habilidades e protocolos específicos, que podem ser ensinados. 

Os gerentes de inovação têm a tarefa de criar a estratégia e a cultura necessárias para que os funcionários experimentem os recursos certos para apoiar essa experimentação. Eles são especializados em: 


  • gestão de projetos;
  • pensamento estratégico;
  • liderança. 

Também são capazes de promover a criatividade individual e coletiva e de criar processos e procedimentos para ideação, prototipagem e produção. 

Os gestores de inovação também são capazes de equilibrar riscos com as possíveis recompensas do trabalho de suas equipas, com base na tolerância organizacional ao erro e objetivos organizacionais, além de outros fatores.

Por fim, os líderes de inovação tendem a ser criativos e visionários, com a capacidade de ver oportunidades e perspicácia nos negócios para orientar ideias desde o estágio visionário até à implementação; e têm base metodológica e conhecem as ferramentas que os ajudam a mensurar resultados de inovação.


Traga a gestão da inovação para a sua empresa


Agora que já entendeu o que é uma estratégia de inovação e seu papel como líder da gestão da inovação, confira um checklist do que deve fazer para ter uma gestão da inovação consistente e que traga resultados rápidos e expressivos:


  • consiga o apoio do corpo diretivo da empresa;
  • trace objetivos claros de inovação;
  • escolha o tipo de inovação pelo qual quer começar — de desempenho, incremental, radical, sustentável, disruptiva;
  • reúna uma equipa multidisciplinar, envolvendo diversos departamentos e monte um comitê de inovação; se necessário, contrate profissionais especializados;
  • monte uma estrutura, que você pode chamar de laboratório ou centro de inovação — com as ferramentas necessárias para a experimentação, a prototipagem etc. 
  • oriente estrategicamente as atividades de inovação, delimitando papéis e responsabilidades;
  • trabalhe para facilitar a geração de ideias e as coletar adequadamente;
  • abra-se para obter colaboração externa — pesquise mais sobre o conceito de inovação aberta;
  • desenhe processos de inovação que sejam claramente entendido por todos e sejam viáveis de realização;
  • defina métricas de desempenho e acompanhe os resultados obtidos — ou o que não foi alcançado;
  • trabalhe na melhoria contínua do processo, refazendo a rota sempre que necessário.

Para finalizar, é muito importante buscar ajuda especializada para iniciar sua estratégia de inovação.

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

What is the difference between Mehod Verification and Mehod Validation?

 


Clients have come to us in the past asking "We need 'method validation'.” Sometimes they'll use the term “validation” or “verification” but it seems apparent they're not really clear on what the difference is between the two. For the most part it’s not that well-known that method validation is a much more rigorous process. What’s really needed, more likely, is the establishment of a verification regime that assures analytical methods perform reliably, accurately, and precisely for its intended application.



Method validations are performed for new methods that have just been developed or instituted, and that require revisions because they've been significantly changed. So oftentimes its “re-validation” that is really required in the wake of making significant changes to a method, equipment, or conditions of the analysis. Examples include: changes in the formulation, changes in the instrumentation that’s intended to be used—perhaps chromatographic conditions for each PLC, sample preps, filters, etc.

It Is Important To Review Methodologies To Ensure They Adhere To Current Standards And Guidances


By necessity, revalidation would be required for a previously validated method that was updated to meet current regulatory requirements. We see a lot of this in our industry, where many clients us products/methods that were approved some 20 or even 30 years ago. It only takes a brief review of those methodologies for one to realize that they were validated to a whole lot of different standards back then. Now we need to really ensure that the validations adhere to current International Conference on Harmonisation (ICH) guidance (Pharma) or other standards. These testing requirements are determined individually based on the types of changes that are needed.


Method “verification” or method “transfers” are materially different and a little more limited, and not as robust or rigorous as a method “validation". Regardless, verification is needed in order to verify that a lab is capable of performing an analytical method reliably and precisely for its intended use. Method verifications are really performed for compendial methods, where there's already an existing method in a compendia, like USP, NFBP or EP, etc. It is showing or proving that a given lab is capable of performing that particular test reliably and precisely.

Method transfers on the other hand, are performed for validated methods, where a method may have already been validated and it's being transferred to a new laboratory or a new facility. It's a validated method - but there’s no need to ensure that the lab is capable of performing that method. There is a process that needs to be followed and in place, to ensure that the transferring lab can perform that test reliably and accurately.


Have Proper Documentation That Proves Testing Capabilities


If you think you can go ahead and test release a pharmaceutical product or other without doing any method validation or verification, you should think again. There have been clients that have come to us in a rush to get a product on the market, and they need the test to be done - even if either their current lab can't do it or they think their methodologies are fine. Regardless, you can’t just go ahead and test without doing validation or verification in advance.

If you didn’t that would be frowned upon by regulatory authorities because you really haven't proven that the laboratory that's executing these tests can actually perform those tests accurately and precisely. What is needed is a protocol, indicating what tests are going to be performed to accomplish method verification. Then, by doing those tests, you've proven that you can accurately perform this test reliably with precision, with accuracy, and then you can prove to the regulatory authorities that your lab is capable of running this test day in and day out without any issues.


The Bottom Line: Testing Must Prove Reliable, Accurate, And Precise


There are a lot of tests that need to be performed to establish method veracity and these should all be written in your protocol prior to actually conducting the tests. The list of tests likely includes a system suitability requirement, precision, intermediate precision, accuracy, linearity, limited detection, limited quantification, specificity and robustness. One might also challenge solution stability and this may prompt some stress testing of the method to see how variable or what kind of chromatograph conditions that might be able to change to ensure that it's still accurate and precise.

That might seem like a lot of tests but for a method validation, there’s no getting around it. Now, for a method transfer, there would be other tests that you wouldn't have to do because those methods have already been validated and you're only really proving that the new lab is able to do those tests. So you still want to do things like system suitability, precision, intermediate precision, linearity, and specificity. Those tests would be required for a method transfer.

Before you can test a pharmaceutical, or other product and release it to market, either method verification or a method validation would have to occur, because it is a minimum requirement that the regulatory authorities would expect you to have in place before you start testing and releasing product to the market place.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Inovação nas empresas:: conheça as diferentes possibilidades

 

A exploração comercial bem-sucedida de novas ideias é a essência da inovação nas empresas. Não basta ter boas ideias, elas têm que se traduzir em vantagem competitiva.

Dessa forma, a empresa otimiza os seus resultados — abre novos mercados, impulsiona o faturamento, ganha mais visibilidade e aumenta as margens de rentabilidade financeira – e pereniza a organização.


QUAIS SÃO OS TIPOS DE INOVAÇÃO?


INOVAÇÃO INCREMENTAL


É aquela inovação que causa a evolução gradativa de um produto, processo, serviço ou negócio, que vai agregando valor de forma incremental, porém sem promover alterações nas suas características básicas originais.

Por exemplo, quando a Blockbuster implanta uma caixa para devolução dos DVD’s pelo lado de fora da loja, mesmo com o estabelecimento fechado, foi realizada uma inovação incremental no seu processo.


INOVAÇÃO DISRUPTIVA


É a inovação que causa uma interrupção ou um redirecionamento radical na trajetória evolutiva de um produto, processo, serviço ou negócio. Ela causa o surgimento de novos mercados ou novos empreendimentos e surpreende a concorrência.

Quando a Netflix cria um serviço de streaming de vídeos com assinatura mensal reduzida, foi atingida uma disrupção no modelo de negócios de aluguer de filmes, nesse caso terminando por derrubar os concorrentes existentes.


Vejamos, a seguir, o detalhe das diferentes possibilidades de inovação:  


INOVAÇÃO DE PRODUTO


É o lançamento de um novo produto ou a agregação de valor a um produto existente, podendo ser a incorporação de novas características ou funcionalidades mais inteligentes, a substituição de componentes ou o acréscimo de um novo acessório, um novo design ou uma nova embalagem e muitas outras possibilidades.

Por exemplo, os smartphones tornaram os telefones mais inteligentes, promovendo a convergência tecnológica de diversos produtos em um único aparelho, que reúne as funcionalidades de telefone, televisão, computador, rádio, relógio e câmera fotográfica.


INOVAÇÃO DE PROCESSOS


São mudanças que tornam os processos operacionais e de gestão empresarial mais simplificados, ágeis, produtivos e integrados, com maior qualidade, reduzindo custos, ciclo de processamento e impactos ambientais.

Essas mudanças resultam em melhores fluxos de informação, produção e comunicação, novas metodologias de execução ou novas soluções para problemas existentes.

Os sistemas de gestão de projetos são um bom exemplo de inovação de processos, pois conseguem reunir informações de todas as etapas de cada projeto em uma única plataforma de controlo, proporcionando mais produtividade para as equipas e redução de custos para a empresa.


INOVAÇÃO EM MARKETING


As mídias de divulgação de produtos, serviços e eventos promovidos pelas empresas evoluem constantemente. Por esse motivo, as ações de marketing empresarial para posicionar-se no mercado, alcançar o público certo e oferecer valor para os clientes têm que ser repensadas, inovadas e adequadas com grande frequência.

O surgimento do "inbound marketing" — metodologia de marketing que atrai o consumidor voluntariamente para os produtos e serviços da empresa, sem interrupções indesejadas com publicidades — trouxe inovação na forma de relacionamento com os clientes, geralmente por meio de blogs e vídeos educativos, gerando autoridade no mercado e promovendo vendas de uma forma fluida e natural.


INOVAÇÃO ORGANIZACIONAL  


É quando a empresa inova na forma de organização do trabalho e das pessoas com a finalidade de incrementar a sua competitividade e assegurar a sua sustentabilidade.

Para isso, ela pode introduzir uma nova metodologia de trabalho colaborativo, adotar sistemas de gestão ambiental e/ou da qualidade, modificar a estrutura de cargos para descentralizar atividades, modificar a metodologia de gestão de pessoas — recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento — ou modificar a estrutura física dos escritórios ou áreas produtivas para ampliar a produtividade e/ou produção.


INOVAÇÃO DE SERVIÇOS


É quando a empresa inova por meio da melhoria de um serviço existente ou realiza o lançamento de um novo serviço ou, ainda, quando agrega um serviço a um produto ou a outro serviço que comercializa. 

A Uber agregou um serviço de atendimento on-line a um serviço presencial de transporte de pessoas, fazendo com que os clientes não tivessem mais nenhuma barreira para encontrar transporte acessível a qualquer hora e em qualquer lugar. Inovou, ainda, no processo de prestação do serviço, agregando tecnologia ao atendimento.


INOVAÇÃO DE MODELO DE NEGÓCIOS


É inovar no modelo de geração de receita, expandindo o segmento de clientes atendidos, mudando a forma de oferecer valor para o cliente ou alterando a forma de operação organizacional, reformulando toda a sua cadeia de valor.

Geralmente, ao inovar no modelo de negócios, é inevitável inovar ao mesmo tempo em um ou mais dos demais tipos de inovação.


UM CASE DE SUCESSO EM INOVAÇÃO NAS EMPRESAS


Quando a Netflix surgiu, ela promoveu um turbilhão de inovações. Inovou em serviços quando lançou a locação de vídeos on-line, tornando um serviço que anteriormente era presencial em virtual.

Inovou em marketing, alcançando o público da internet, além do público off-line, que era o alvo da operação física que existia até então.

Inovou em produto, quando continuou a oferecer vídeos — filmes, séries, shows e entretenimentos diversos — sem a necessidade de ter um objeto físico com uma embalagem. Tornou um produto tangível em intangível. 

Inovou em modelo de negócios quando extinguiu a necessidade de lojas físicas para atendimento ao público. Com isso, ela ultrapassou todas as barreiras geográficas existentes no modelo anterior, alcançando uma expansão de mercado sem precedentes.

Reduziu drasticamente a estrutura de instalações e pessoal, inovando na organização da empresa e tornando os custos de operação incomparavelmente menores.

E trocou uma metodologia de atendimento pessoal pela metodologia de autoatendimento, com base em um suporte totalmente tecnológico, ou seja, também inovou em processos.

Além disso, é um case icônico de inovação disruptiva. A Netflix rompeu com todos os paradigmas do negócio de locação de vídeos e o reinventou, gerando valor para a empresa e para os clientes.


COMO DESPERTAR O INTERESSE PELA INOVAÇÃO NAS EMPRESAS?


A inovação, em todas as suas formas, é constante e incessante na história da humanidade. É um assunto instigante, estimulante e desafiador, que está no DNA de cada ser humano. 

Somente as empresas que sabem trazer à tona essa característica inata de cada pessoa conseguem gerar inovações, crescer, se desenvolver, extinguir fronteiras e conquistar novas oportunidades no mercado. As pessoas querem e devem ser envolvidas nas iniciativas corporativas de inovação. 

Para tanto, promova palestras, cursos e reuniões internas acerca de inovação. A sua equipa certamente irá revitalizar esse ímpeto natural e colocará em prática a gestão da inovação.  

A inovação nas empresas precisa ser incorporada às práticas diárias e à cultura interna para que o sucesso seja o destino certo da jornada empresarial. Para isso, a inovação tem que ser parte da estratégia do negócio, e os projetos de inovação devem ter metas ousadas para desafiar o espírito empreendedor dos colaboradores da organização.


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